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	<title>A GALÁXIA</title>
	<link>http://blog.agalaxia.com.br</link>
	<description>Cinema, DVD e outros planetas</description>
	<pubDate>Sun, 20 Dec 2009 21:15:26 +0000</pubDate>
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		<title>GABINETE DO KAS: O ALBERGUE / ROSALIE VAI ÀS COMPRAS / MEU AMOR DE VERÃO / O BATMAN / STAY ALIVE</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jul 2007 16:09:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kas</dc:creator>
		
		<category>Sem Categoria</category>

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		<description><![CDATA[
O ALBERGUE
Hostel, EUA, 2005
IDIOMA: Inglês 5.1, Português 5.1
LEGENDAS: Português, Inglês, Espanhol, Chinês
FORMATO DE TELA: Widescreen Anamórfico 2.35:1
Suspense / Horror – 1h33 – Cor – Sony
Direção: Eli Roth
Com Jay Hernandez, Derek Richardson, Eythor Gudjonsson, Barbara Nedeljakova
Sinopse
Dois mochileiros americanos passam férias em Amsterdã quando descobrem que o leste europeu é que fornece toda a gama de prazeres [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="centralizado"><img src="http://blog.agalaxia.com.br/up/a/ag/blog.agalaxia.com.br/img/albergue.jpg" alt="albergue - albergue" title="albergue - albergue" /></div></p>
<p><strong>O ALBERGUE</strong><br />
<em>Hostel</em>, EUA, 2005<br />
IDIOMA: Inglês 5.1, Português 5.1<br />
LEGENDAS: Português, Inglês, Espanhol, Chinês<br />
FORMATO DE TELA: Widescreen Anamórfico 2.35:1<br />
Suspense / Horror – 1h33 – Cor – Sony<br />
<strong>Direção:</strong> Eli Roth<br />
<strong>Com</strong> Jay Hernandez, Derek Richardson, Eythor Gudjonsson, Barbara Nedeljakova<br />
<strong>Sinopse</strong><br />
Dois mochileiros americanos passam férias em Amsterdã quando descobrem que o leste europeu é que fornece toda a gama de prazeres proibidos que procuram. Mal sabem eles que é uma armação para capturar espécimes vivos que servirão como instrumento de tortura para quem puder pagar o preço.<br />
<strong>Comentários</strong><br />
Na década de 70 foi muito popularizada uma lenda urbana sobre <em>snuff movies</em>, ou seja, filmes onde aconteciam mortes e mutilações reais. Nunca foi provada a existência de tais produções, mas isso não impediu que um conceito tão assustador ficasse gravado na mente do público, gerando variações ficcionais como a série FACES DA MORTE e o <em>cult</em> italiano CANIBAL HOLOCAUSTO.</p>
<p>É exatamente nessa linha que <strong>O ALBERGUE</strong> pega carona. Com suas imagens repulsivas e nudez bem mais presente que a casta média atual do gênero, este segundo longa de <strong>Eli Roth</strong> mostra que o diretor-roteirista evoluiu muito tecnicamente desde sua estréia, o curioso horror de baixo orçamento CABANA DO INFERNO, também disponível em DVD. Porque tematicamente continua doentio. Não é surpresa então que tenha ficado amigo de <strong>Quentin Tarantino</strong>, que emprestou seu nome à produção para ajudar em sua divulgação. O sucesso foi surpreendente, garantindo uma seqüência lançada este ano nos cinemas. </p>
<p>Considerando a atual produção anêmica do gênero, O ALBERGUE realmente oferece uma opção a quem procura algo mais radical, além de satirizar a visão que os americanos têm do resto do mundo, principalmente dos países mais “exóticos”. As torturas explícitas ganham relevância política ao serem associadas às perpetradas por soldados americanos e ingleses em suspeitos de terrorismo, como mostrado em <a href="http://blog.agalaxia.com.br/o-caminho-para-guantanamo-por-kas/">CAMINHO PARA GUANTANAMO</a>. </p>
<p>Boa edição sem cortes que peca pela ausência total de legendas (por isso não ganhou uma nota maior) nos extras: quatro ótimas faixas de comentários em áudio, um bom making of em três partes (totalizando 55 min), opção de multi-ângulo em algumas cenas e trailers de outros filmes.</p>
<p><strong>FILME:</strong> ***<br />
<strong>DVD:</strong> *** ½</p>
<p><div class="centralizado"><img src="http://blog.agalaxia.com.br/up/a/ag/blog.agalaxia.com.br/img/rosalie_vai_as_compras.jpg" alt="rosalie vai as compras - rosalie vai as compras" title="rosalie vai as compras - rosalie vai as compras" /></div></p>
<p><strong>ROSALIE VAI ÀS COMPRAS</strong><br />
<em>Rosalie Goes Shopping</em>, Alemanha/EUA, 1989<br />
IDIOMA: Alemão 2.0<br />
LEGENDAS: Português<br />
FORMATO DE TELA: Widescreen Anamórfico 1.78:1<br />
Comédia – 1h30 – Cor – Versátil<br />
<strong>Direção:</strong> Percy Adlon<br />
<strong>Com</strong> Marianne Sägebrecht, Brad Davis, Judge Reinhold, Erika Blumberger, Alex Winter<br />
<strong>Sinopse</strong><br />
Uma dona de casa sustenta as vontades dos sete filhos e do marido valendo-se das maiores falcatruas.<br />
<strong>Comentários</strong><br />
Cuidado aqueles que assistirem ao filme baseado na informação da capinha, “Uma comédia de <strong>Percy Adlon</strong>”. Trata-se de uma comédia sim, mas o fato de ser realizada pelo alemão Adlon faz toda a diferença. Ou seja, não é um humor fácil, apesar de ser meio bobo às vezes. Só que Adlon, vindo do sucesso internacional de BAGDAD CAFÉ, aposta na ironia e na crítica de costumes da sociedade capitalista. </p>
<p>A mesma atriz daquele filme, <strong>Marianne Sägebrecht</strong>, faz aqui uma alemã que vive com o marido americano, que conheceu durante a guerra, e os sete filhos numa pequena cidade do Arkansas. Incapaz de podar os desejos de sua família falsifica cheques e cartões e vive sempre ignorando os credores. O único que sabe de suas armações é o padre da paróquia (<strong>Reinhold</strong>, de UM TIRA DA PESADA e PICARDIAS ESTUDANTIS), com quem se confessa. <em>Perdoe-me, padre, por ter pecado. Não fiz compras hoje</em>, diz ela em determinado momento. Esse tipo de humor permeia todo filme, mas Adlon não se limita a ele, usando sons expressionistas e intrusivos para comentar suas cenas, com resultado irregular. Seu viés crítico lembra o do compatriota Fassbinder, mas o tom é bem mais <em>light</em>. A melhor coisa do filme é o marido vivido por <strong>Brad Davis</strong>, ele mesmo ator de Fassbinder em QUERELLE. Davis, que ganhou fama internacional como o protagonista de O EXPRESSO DA MEIA-NOITE, faz de seu aviador semi-autista e com jeito caipira o personagem mais cativante, o único que consegue evitar a frieza resultante do distanciamento proposto pelo diretor. Vale conhecer, mas não é para todos os gostos. </p>
<p>Cópia de boa qualidade, mas com um erro de autoração – os canais de áudio estão invertidos, com o previsto para a caixa direita saindo na da esquerda e vice versa. Extras: galeria de imagens e texto sobre o cineasta.</p>
<p><strong>FILME:</strong> ** ½<br />
<strong>DVD:</strong> ** ½</p>
<p><div class="centralizado"><img src="http://blog.agalaxia.com.br/up/a/ag/blog.agalaxia.com.br/img/meu_amor_verao.jpg" alt="meu amor verao - meu amor verao" title="meu amor verao - meu amor verao" /></div></p>
<p><strong>MEU AMOR DE VERÃO</strong><br />
<em>My Summer of Love</em>, Inglaterra, 2004<br />
IDIOMA: Inglês 2.0, Português 2.0<br />
LEGENDAS: Português, Inglês<br />
FORMATO DE TELA: Widescreen Anamórfico 1.85:1<br />
Drama – 1h26 – Cor – Europa<br />
<strong>Direção:</strong> Pawel Pawlikowski<br />
<strong>Com</strong> Natalie Press, Emily Blunt, Paddy Considine<br />
<strong>Sinopse</strong><br />
Num vilarejo na costa do Reino Unido, duas garotas de classes sociais distintas se conhecem e vivem um romance.<br />
<strong>Comentários</strong><br />
Mesmo modesto em suas intenções, esse pequeno drama romântico fez bastante sucesso, conquistando o Oscar inglês – o BAFTA – de melhor longa britânico do ano. Mas não espere nada demais e nem de muito diferente. </p>
<p>Trata-se da velha história do rito de passagem catalisado por um romance de verão. Só que aqui são duas garotas, o que dá um ar mais moderninho à velha trama. O bom é que o diretor de origem polonesa <strong>Pawlikowski</strong> emoldura tudo com um visual arrojado, com cores saturadas e enquadramentos bem cuidados, mesmo beirando a afetação em certos momentos. Não esconde o superficialismo dos conflitos, mas cria um clima simpático e fácil de ver. A apetitosa <strong>Blunt</strong> faria depois a “outra” assistente do sucesso O DIABO VESTE PRADA. Curiosamente, possui elementos em comum com o bem superior ALMAS GÊMEAS de Peter Jackson, mas sem atingir as mesmas conseqüências trágicas. </p>
<p>Edição inclui Making Of, entrevistas (ambos material de EPK, produzidos para divulgação) e trailer. </p>
<p><strong>FILME:</strong> ** ½<br />
<strong>DVD:</strong> ***</p>
<p><div class="centralizado"><img src="http://blog.agalaxia.com.br/up/a/ag/blog.agalaxia.com.br/img/batman_homem_virou_morcego.jpg" alt="batman homem virou morcego - batman homem virou morcego" title="batman homem virou morcego - batman homem virou morcego" /></div></p>
<p><strong>O BATMAN – O HOMEM QUE VIROU MORCEGO</strong><br />
<em>The Batman – The Man Who Would Be Bat</em>, EUA, 2005<br />
IDIOMA: Inglês 3.0, Português 2.0, Espanhol 3.0<br />
LEGENDAS: Português, Inglês, Espanhol<br />
FORMATO DE TELA: Full Frame 1.33:1<br />
Animação / Aventura / Ficção – 1h01 – Cor – Warner<br />
<strong>Direção:</strong> vários<br />
<strong>Sinopse</strong><br />
Três histórias independentes, onde Batman enfrenta três de seus mais famosos oponentes: o Morcego-Humano, o Sr. Frio e a Mulher-Gato.<br />
<strong>Comentários</strong><br />
Três episódios da primeira temporada da nova série de animação do Homem-Morcego, que dá seqüência aos ótimos desenhos animados do personagem surgidos na esteira do sucesso dos primeiros BATMAN de Tim Burton. Essa nova versão foi remodelada para lembrar mais os animes (animação japonesa, para os leigos), com doses cavalares de ação, <em>design</em> ainda mais estilizado e um herói mais jovem (as tramas se passam no início da carreira do vigilante, incorporando a reestruturação da franquia proposta por BATMAN BEGINS). A animação é excelente e o novo visual dos vilões ficou bem interessante, principalmente da Mulher-Gato, que mantém intacta aqui sua dubiedade entre heroína e vilã. O clima <em>noir</em> da série de animação anterior se perdeu, já que a orientação na nova versão é bem mais próxima do filme de ação. O tema musical foi composto por <strong>The Edge</strong>, da banda U2. Extras incluem arquivos animados sobre os personagens, trailers e jogos.</p>
<p><strong>FILME:</strong> ***<br />
<strong>DVD:</strong> ***</p>
<p><div class="centralizado"><img src="http://blog.agalaxia.com.br/up/a/ag/blog.agalaxia.com.br/img/stay_alive.jpg" alt="stay alive - stay alive" title="stay alive - stay alive" /></div></p>
<p><strong>STAY ALIVE – JOGO MORTAL</strong><br />
<em>Stay Alive</em>, EUA, 2006<br />
IDIOMA: Inglês 5.1; Português 5.1, Espanhol 5.1<br />
LEGENDAS: Português, Inglês, Espanhol<br />
FORMATO DE TELA: Widescreen Anamórfico 2.35:1<br />
Horror – 1h26 – Cor – Universal<br />
<strong>Direção:</strong> William Brent Bell<br />
<strong>Com</strong> Jon Foster, Samaire Armstrong, Frankie Muniz, Sophia Bush, Adam Goldberg<br />
<strong>Sinopse</strong><br />
Após seu melhor amigo morrer misteriosamente jogando um novo game, o aficionado Hutch e seu grupo de amigos decidem terminá-lo apenas para descobrir que quem morre jogando, morre também na vida real.<br />
<strong>Comentários</strong><br />
Pegue a versão americana de O CHAMADO e substitua o arcaico VHS por um game em primeira pessoa de última geração. Esta é claramente a estratégia dos produtores de <strong>STAY ALIVE</strong> para conquistar o mesmo público adolescente que fez daquele filme e de outras versões do horror japonês um sucesso. Estão presentes também a maldição catalisada pelo jogo, as crianças fantasmagóricas e letais e a vontade de assustar a todo o momento utilizando música alta e inserções que duram apenas alguns frames. </p>
<p>A estratégia de se criar um jogo <em>on line</em> é esperta por permitir que assim aumente a contagem de corpos (na maioria rostinhos famosos na TV, como <strong>Armstrong</strong> de THE O.C. e <strong>Muniz</strong> de MALCOLM IN THE MIDDLE). Mas é muito pouco para garantir o mínimo de tensão presente nos filmes que claramente inspiraram este. O diretor <strong>Bell</strong> falha em todos os aspectos, tendo de recorrer a todo instante a imagens relâmpago de fantasmas surgindo e desaparecendo fora do campo visual dos personagens e outros recursos batidos do gênero. É sintomático que o tal game apresentado na trama seja bem mais interessante que o filme que o cerca. A morosidade é tamanha que deveriam trocar o título original que significa PERMANEÇA VIVO para PERMANEÇA ACORDADO. Sem extras.</p>
<p><strong>FILME:</strong> *<br />
<strong>DVD:</strong> ** ½
</p>
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