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	<title>A GALÁXIA</title>
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	<description>Cinema, DVD e outros planetas</description>
	<pubDate>Sun, 20 Dec 2009 21:15:26 +0000</pubDate>
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		<title>HOLLYWOODLAND - BASTIDORES DA FAMA (por Kas)</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2007 14:15:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kas</dc:creator>
		
		<category>Sem Categoria</category>

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HOLLYWOODLAND, EUA, 2006
De Allan Coulter
Com Adrian Brody, Ben Affleck, Diane Lane, Bob Hoskins, Robin Tunney
Ainda cercado de mistérios, a morte do ator George Reeves em 1959 traz vários dos elementos perfeitos para um filme noir, como sexo, poder, intriga, sucesso e decadência. 
O aparente suicídio de Reeves é o mote de HOLLYWOODLAND - BASTIDORES DA [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="centralizado"><img src="http://blog.agalaxia.com.br/up/a/ag/blog.agalaxia.com.br/img/hollywoodland.jpg" alt="hollywoodland - hollywoodland" title="hollywoodland - hollywoodland" /></div></p>
<p><em>HOLLYWOODLAND</em>, EUA, 2006<br />
<strong>De</strong> Allan Coulter<br />
<strong>Com</strong> Adrian Brody, Ben Affleck, Diane Lane, Bob Hoskins, Robin Tunney</p>
<p>Ainda cercado de mistérios, a morte do ator George Reeves em 1959 traz vários dos elementos perfeitos para um filme <em>noir</em>, como sexo, poder, intriga, sucesso e decadência. </p>
<p>O aparente suicídio de Reeves é o mote de <strong>HOLLYWOODLAND - BASTIDORES DA FAMA</strong>, no qual o diretor <strong>Allen Coulter</strong> (de quem sou grande fã, graças a seu trabalho em séries de qualidade como FAMÍLIA SOPRANO, ROMA e SEX AND THE CITY) acrescenta a figura de um investigador particular (<strong>Adrien Brody</strong>, vencedor do Oscar por O PIANISTA), contratado pela mãe do ator para descobrir a verdade por trás da morte de seu filho, segundo ela, incapaz de tirar a própria vida. </p>
<p>Algo, aliás, impensável para todas as crianças da América nos anos 50, que acompanhavam toda semana na TV as aventuras de Super-Homem, personagem que celebrizou Reeves (vivido por <strong>Ben Affleck</strong>, numa atuação desmistificadora), ao mesmo tempo em que o amaldiçoou. Por ficar tão estigmatizado como o Homem de Aço, o público não aceitava Reeves em outros papéis, como o que fez em A UM PASSO DA ETERNIDADE. Após uma exibição-teste onde os espectadores caiam na gargalhada cada vez que Reeves aparecia na tela, o diretor daquele filme, Fred Zinnemann decidiu cortar todas as cenas protagonizadas por ele. Este e outros revezes ajudaram o ator a afundar no alcoolismo e na auto-destruição, mesmo após o cancelamento da série em 1958, após 104 episódios. A ironia é que Reeves nem queria o papel de Super-Homem, ganhando-o quase por acidente. Pelo contrário, ele detestava vestir o colante vermelho e azul (ou marrom e cinza na primeira temporada da série em preto e branco) e socar bandidos toda semana na TV, algo que considerava indigno de seu potencial e de sua ambição. E ironia é outra característica imprescindível em um bom <em>noir</em>. Assim como as mulheres fatais, como Toni Mannix (<strong>Diane Lane</strong>, de RUAS DE FOGO, que continua atraente), esposa quarentona de um alto executivo da MGM, Eddie Mannix (o sensacional <strong>Bob Hoskins</strong>, fazendo aqui o que provavelmente teria feito como Al Capone em OS INTOCÁVEIS, caso De Niro não tivesse lhe roubado o papel), e com quem Reeves manteve, com partes iguais de luxúria e interesse, um caso durante anos. E também Leonore Lemmon (<strong>Robin Tunney</strong>, de LIMITE VERTICAL), noiva promíscua do ator que estava presente com mais três amigos na casa de Reeves no momento em que esse aparentemente se suicidou. </p>
<p>Se os fatos reais já apresentavam os ingredientes para um filme do gênero, por outro lado o diretor Coulter tinha uma batata quente nas mãos. Como fazer um filme de mistério no qual o mistério em si nunca foi devidamente solucionado? Neste ponto, HOLLYWOODLAND se aproxima de outro <em>neo-noir</em> recente, A DÁLIA NEGRA de Brian De Palma, que também versava sobre um caso real e nunca solucionado. Para resolver esse impasse, Coulter introduz o fictício personagem de Brody, o detetive Louis Simo. Falido, separado da esposa e do filho e sem perspectivas, Simo pega a oportunidade de investigar um caso de tal evidência para que possa assim atingir dar a volta por cima. Através dos olhos de Simo, vemos três possíveis soluções para o caso, o que satisfaz em parte aquela parcela do público que gosta de tudo amarradinho no final. Só que, como todo protagonista de filmes <em>noir</em>, Simo não imaginava que teria de enfrentar tudo e todos e que seria abandonado até por aquela que o contratou, terminando sozinho e com mais de um ponto em comum com a vítima. Assim como Reeves, Simo logo aprendeu que, por suas mãos ou as de outros, o caminho da fama leva a um beco sem saída. </p>
<p><strong>Nota:</strong> ***
</p>
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